Aula Experimental

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  • review rating 5  A minha história e a do Pin Up se misturam. Eu vi o studio nascer e crescer, mudar de casa e se tornar esse País do Lacre que tanto amamos. Eu sempre fui magrinha e por isso acreditava ser uma pessoa fraca. Não conseguir fechar uma janela pesada ou precisar de ajuda para abrir uma garrafa de refrigerante só reforçava essa crença. As pessoas também me tratavam como se eu fosse frágil e acabei assumindo essa identidade. Até que no Pin Up eu ouvi pela primeira vez a frase “eu acredito em você". Nunca vou esquecer desse momento, em que eu estava chorando por não conseguir fazer um movimento que me parecia impossível. O sentimento de ser fraca e incapaz voltou na hora, mas a instrutora Fernanda acreditava em mim, então eu precisava continuar tentando. Nem demorou muito e eu já estava fazendo aquele move, que de impossível não tinha nada. Tenho certeza que só consegui essa e outras façanhas porque encontrei dentro do Pin Up um ambiente maravilhoso onde as pessoas se apoiam e querem ver as outras crescerem. E não só no pole! Estamos em contato com gente diferente, mas com a mesma paixão, dividindo inspirações, dificuldades, movimentos, ritmos, dias bons e dias ruins. Alguém ali dentro vai falar que acredita em você. É muito mais que um exercício, é muito mais que uma dança, no Pin Up você se sente Mulher Maravilha num segundo e Marylin Monroe em outro (por enquanto estou tropeçando nos meus primeiros passos de Pole on Heels, usando a pleaser que fiz meu namorado comprar num mercado de drag queens em Bangkok faltando horas para o voo dele). É isso que faz o Pin Up se destacar entre os outros studios: o ambiente é incentivador, elas respeitam a diversidade, se reinventam, e inovam o tempo todo com aulas além do pole e workshops e cursos para quem quer se aprimorar. Vibramos e nos emocionamos o tempo todo com as conquistas ali dentro, como a da Nat Gigante, que entrou como minha pole-sister e hoje é uma instrutora incrível. No País do Lacre você reconhece a sua força e tem uma rede de apoio incrível para dançar pelos postes e pela vida.

    thumb Julia Horow
    5/29/2018
  • review rating 5  Eu sempre fiquei muito intrigada para ir no Pin Up desde que era uma salinha porém as meninas nunca tinham horário pra aula, eram duas barras na salinha e eu ficava paquerando por fotos, que nem quando a gente tem um crush muito forte e fica stalkeando levemente no Instagram. Uma amiga, Camila Cerezine, sempre me falou bem do estúdio, entrei em contato para fazer uma aula experimental porém fiquei de molho um ano (realmente não tinha horário mas era para o bem das alunas pois sempre foi uma por barra). Até que no carnaval do ano passado teve o "Pin Up Por Um Dia", eu tinha outra amiga que fazia aula lá e sempre falou bem, hoje a professora Celina Leon, fui no evento e achei o estúdio lindo. A Carolina Martins estava lá orientando as meninas, perguntou se eu já fazia pole e minha amiga Celina (na época aluna) respondeu: "Ih...essa aí faz tudo!". Eu estava voltando para o pole dance após seis meses afastada por motivos pessoais, minha vida estava de cabeça para baixo, havia perdido o emprego que eu mais amava no estúdio onde eu trabalhava (e agradeço de coração por ter trabalhado lá, cresci muito como pessoa e tecnicamente também), eu tinha saído de um relacionamento muito tóxico e tinha me mudado lá para Vargem Grande, porém já estava começando outro relacionamento, meu namorado me apoiou para que eu voltasse a fazer tudo o que eu gosto. No início eu tinha que pegar um ônibus e ir pro Nova América e pegar metrô, porém tudo em nome de algo superior chamado PIN UP POLE STUDIO. Nesse período de um ano eu fiz as aulas da Carol Martins, que é excelente professora e tem um estilo único de coreografar. Comecei a dançar no pole e aprender transições, coisa que não via em outro lugar. O estilo da "Carolainer" é bem contemporâneo, mas ela também gosta de bater pleaser e dá aulas de heels (costuma lotar, agende com antecedência). Depois tive aula com a Roberta Martins, ela é bem enérgica e didática e vai te passar uns moves que são a marca "Robertiny". Celina - que me viu quando bebê no pole e hoje me dá aula -, no flex ela é conhecida como a "Destruidora de virilhas", carinhosamente a chamamos de "Celinão". O Renan - que é um dos mais novos da equipe e igualmente maravilhoso - tem um estilo de dança mais semelhante ao exótico russo (Koda e Svetlana), carinhosamente conhecido como "Polequito". A Taís Sales que é maravilhosa e ama transições que usam as pernas (tesouras, reverses e afins), tem ótima didática para passar "flow" de um movimento para o outro. Eu tive aula com esses professores, porém TODA A EQUIPE PIN UP é muito profissional e amam o que fazem. Muita gente, assim como eu,l vai para o estúdio fazer "Poleterapia" e é real, muitas das vezes chegava triste ou desgraçada da cabeça e saia leve após exaustivas práticas livres (tem essa opção para alunos que já tem certa experiência pois não tem instrutor, é um treino livre) e flex da Carol e da Celina. Muitas das vezes eu não queria ir treinar por estar muito cansada mas lembrava "não, hoje é aula da Roberta", "Renan que vai dar heels hoje" e ia, saía de lá dando gargalhadas e reenergizada. Na recepção tem a Iolanda (que faz doces maravilhosos podem encomendar) e o Vitor (qualquer dúvida podem entrar em contato que o Vitor resolve). Não posso deixar de citar a Fernanda que é uma das donas do estúdio e a qual tenho imensa admiração pela dedicação e força, seu estúdio reflete o que você é e junto com essa equipe excelente prosperará ainda mais. Gosto de ver meus amigos subindo e prosperando na vida pois acredito que toda a energia que jogamos no universo voltará em dobro e eu espero que essa energia volte para que eu tenha a capacidade de fazer um scorpion decente (SOS). Amo vocês!

    thumb Mary Lee
    5/28/2018
  • review rating 5  Eu comecei a pensar em pole dance em 2015, vendo as fotos de uma amiga no facebook, mas a preguiça sempre falou mais alto. Era agosto de 2017 e eu finalmente resolvi me levantar da cama, sentar na cadeira e procurar. Em uma pesquisa clássica, perguntei a meus amigos do facebook quais studios de pole dance eles conheciam no Rio e quais eram de fácil acesso do metrô. Fui basicamente intimada a ir para o Pin Up Pole Studio. Me apaixonei de cara pelo site, os vídeos das instrutoras, o carisma do instagram. Para ter certeza, fiz aulas experimentais em outros lugares, mas deixei esse cantinho da Cinelândia por último. Era um lindo dia de setembro quando pisei no Pin Up pela primeira vez, pronta para minha aula experimental com a instrutora Roberta. Estava nervosa, tímida e me controlando para ninguém perceber que eu já sabia tudo do studio pelo tanto que eu havia stalkeado no instagram. Roberta foi muito amigável, antes da aula começar sentou comigo e me perguntou o que eu já sabia de pole dance, se conhecia alguém do Pin Up, se já dançava. Eu tinha feito 3 anos de ballet com pausas sedentárias no meio. Minha dança era horrível e eu estava morrendo de vergonha, mas respirei fundo e começamos a aula. Roberta tentava conversar comigo e eu era tímida demais para continuar a conversa, mas apreciei a tentativa e a simpatia dela. Eu seguia a coreografia achando que estava errando tudo, mas logo apareceram as meninas da próxima aula e todas estavam animadas gritando palavras de apoio pra mim, falando que era só o começo da paixão. Foi aí que eu percebi que o Pin Up era um lugar especial. A aula acabou, todas bateram palmas, eu morri de vergonha e a Roberta me indicou onde fazer a matrícula se eu quisesse fazer logo. O meu plano anterior era passar alguns dias decidindo o melhor lugar para mim, mas a energia das meninas me contagiou e quando a Roberta sorriu pra mim, eu já estava perdida. Esse era o lugar. Era um sorriso lindo. Fui na hora fazer a matrícula. Comecei a fazer minhas aulas com a instrutora Celina e ainda vivo embaixo da asinha dela. Parte por uma paixão pessoal, mas majoritariamente pelo apoio que ela me dá desde o começo. Eu ainda chegava nas aulas tímida, sem falar nada, me divertindo, mas ainda achando que eu não era boa e nunca ficaria. A primeira vez, lá no começo, que a Celina me deu parabéns e falou sobre o meu progresso, eu percebi que eu realmente estava evoluindo e que era capaz. Desde então, a vergonha começou a sair, o instagram começou a se encher de fotos, a confiança começou a aparecer. Eu comecei a ter mais coragem de fazer as aulas das outras instrutoras, ficar mais tempo no studio, conversar com mais pessoas. Percebi que já era tarde demais. Eu estava viciada em pole dance. Ainda estou. E recomendo para todo mundo. O Pin Up hoje é meu lugar preferido do mundo inteiro. Às vezes eu nem tenho aula e queria estar lá só conversando com as pessoas, ouvindo histórias, vendo todo mundo arrasando no pole. É uma união incrível de alunas elogiando as outras, instrutoras dando força, amizades se formando. Eu com certeza sou uma pessoa diferente do que quando eu entrei. Mesmo fora do pole, eu me sinto mais confiante, mais forte física e mentalmente. É o que acontece quando se une uma galera incrível a uma dança incrível. Na experimental, eu olhei para o primeiro exercício e falei "nunca vou conseguir fazer isso". Hoje eu olho para os movimentos avançados e penso "bom, hoje não. Mas semana que vem só vamos". O esforço é de cada uma, mas o apoio que a gente recebe faz toda a diferença, tenho certeza disso.

    thumb Maria Eliza
    5/29/2018
  • review rating 5  Fazia aulas de pole como sport antes de conhecer o Pin Up. Até que um dia meu namorado veio reclamar que alguns meninos que fizeram ensino médio com ele ficavam mandando fotos de mulheres no pole como se quisessem chamar a atenção de homem, o que me deixou muito irritada e fui procurar saber quem eram essas mulheres maravilhosas que não estavam nem aí pra esses babacas. Essas fotos eram da Carol e da Roberta e foi assim que conheci o Pin Up. Passei a segui-las nas redes sociais, logo em seguida, soube da abertura do novo espaço e corri para fazer a matrícula. Quem fez a minha matrícula foi a Fernanda e lembro bem dela perguntando "Tem certeza que você não quer fazer uma experimental?", mas eu já tinha certeza que era aquele lugar que queria pra me sentir livre. Desde que entrei para o Pin Up percebi mudanças na minha vida que tentava fazer há muito tempo, mas não sabia como. Não gostava muito do meu corpo por ser muito magra, mas todo mundo falava que era bobeira, afinal estava dentro do padrão estabelecido pela sociedade, além de sempre ser classificada como menos mulher pelo meu porte físico e sempre ser comparada a uma criança. O pole me permitiu realizar essas mudanças, e, principalmente pelo ambiente do Pin Up, consegui me enxergar como mulher e enxergar em mim uma sensualidade que nunca imaginei poder ter. O incentivo e o acolhimento que recebi e recebo a cada aula me fazem ser mais segura e me desprender dos rótulos que foram colocados em mim. Sempre que piso no Pin Up, é impressionante como todos os problemas somem e as energias são recarregadas para poder enfrentar os problemas da vida. Além de tornar possível ter um momento que dedico só a mim, que me desafio e ainda faço novas amizades com pessoas incríveis. Nada me faz mais feliz hoje em dia que o pole e o amor próprio que ele me proporciona!

    thumb Bruna Salvatti
    5/28/2018
  • review rating 5  Fiz minha matrícula no Pin Up por dois motivos: o studio era do ladinho do meu trabalho e eu queria MUITO tirar fotos bafônicas na parede de luzinhas da sala Anna Bia. Hoje, quase 1 ano e meio depois, eu já tenho uns 10 mil motivos para continuar frequentando o studio. No Pin Up qualquer um se sente acolhido, respeitado, incentivado, vê seus pontos fortes serem exaltados (sob gritos de MARAVILHOSAAANNN) e os pontos fracos serem pacientemente desenvolvidos. Para os dois lados. No ritmo de crossfit. Vendo as instrutoras do Pin Up dançando eu percebi que um compasso perfeito pode ser mais impressionante que um spatchcock, e aprendi a valorizar a fluidez e a expressividade de cada movimento em vez de apenas correr atrás de figuras avançadas. No studio eu aprendo todo dia a fazer pole cada vez mais com a cabeça que com os músculos. Aprendo a pensar os movimentos de uma forma menos óbvia, menos mecânica, mais criativa, mais orgânica, mais autêntica. Me impressiona todo dia o fato de o Pin Up conseguir a incrível façanha de reunir os maiores nomes do pole dance no time de instrutores e de convidados para workshops, ser uma empresa incrivelmente bem estruturada, com ótimo atendimento, instalações perfeitas, praticidade e variedade de aulas, e ainda assim manter a aura intimista de um negócio em que todos se conhecem e em que cada aluna é importante. No Pin Up a gente sempre se sente ouvida. Quando relata uma dificuldade em aula e alguma instrutora faz o possível para trazer alternativas para resolver, quando faz um pedido específico às oito da noite e às oito da manhã a aula está lá todinha pronta para realiza-lo, quando precisa de um help em alguma questão administrativa ou quando faz qualquer sugestão de melhoria para o studio. Sério, quem verdadeiramente ouve a gente hoje em dia? A equipe do Pin Up ouve. O pole sempre me fez feliz, mas o Pin Up faz com que ele seja sempre a melhor parte do meu dia.

    thumb Laís Rangel
    5/28/2018